Estudantes de odontologia conhecem os tanques de tratamento da água que é distribuída na cidade |
Os alunos do 2º ano do curso de graduação de Odontologia da Unorp - Centro Universitário do Norte Paulista visitaram nesta quinta-feira (26/3) o Palácio das Águas, onde é realizado o tratamento da água consumida pela população de São José do Rio Preto.
A estação de tratamento foi inaugurada em outubro de 1955 e recentemente o prédio passou por uma restauração preservando a construção histórica e que faz parte do patrimônio do município.
Com a reforma a Estação de Tratamento recebeu novos e modernos equipamentos que ajudam no monitoramento da qualidade da água.
Acompanhados pelo professor Dr. Marcelo Lancelotti, os estudantes de odontologia conheceram os tanques de decantação e como é realizado o processo de limpeza, purificação, fluoretação e tratamento da água que é distribuída na cidade.
Segundo os técnicos do Semae - Serviço Municipal de Água e Esgoto, o monitoramento da cor, cheiro, enfim qualidade da água é permanente, durante as 24 horas, pois qualquer chuva e até mesmo as enchentes, comuns nesta época do ano, podem trazer resíduos e poluir a água.
Segundo a bióloga Cláudia Regina Rodrigues, "com equipamentos modernos e profissionais capacitados, a análise das condições e qualidade da água em Rio Preto é feita de hora em hora. O monitoramento é diário para não colocar em risco ou mesmo prejudicar o abastecimento à população", ressalta.
De acordo com o professor Dr. Marcelo Lancelotti, "a fluoretação da água é uma das ferramentas importantes e que vem contribuindo bastante na redução dos números de cáries e doenças bucais na população de muitos municípios brasileiros", explica o professor que ainda ressalta que "todo dentista tem obrigação de conhecer esse processo de tratamento da água do seu município, pois explicando aos seus pacientes, também estará contribuindo para a redução de cáries e outras doenças bucais", completa o professor Marcelo.
A bióloga Cláudia Regina Rodrigues, explicou aos estudantes todo o percurso que água faz dentro da estação até ser distribuída à população pela rede municipal.
Durante a visita, a bióloga do Palácio das Águas aproveitou também para explicar os percentuais de flúor, cloro e outros produtos utilizados no processo de limpeza e purificação da água distribuída em Rio Preto.
A universalização do saneamento básico é um desafio de todos. Somente 59,5% da população brasileira urbana possuem rede de esgoto e 91,9% têm água potável. No Estado de São Paulo, a situação é bem melhor: 89,6% com ligação a rede de esgoto e 99,1% com abastecimento de água. |